Primeira fase da vacinação bivalente contra a covid-19 começa oficialmente nesta segunda (27)

Começa oficialmente, nesta segunda (27), a primeira fase da vacinação contra a covid-19 com aplicação da dose bivalente. O público prioritário é formado por pessoas que vivem ou trabalham em instituições de longa permanência, idosos com 70 anos ou mais, indivíduos imunocomprometidos e comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas.

O imunizante bivalente é uma versão atualizada da vacina monovalente, que vem sendo usada desde 2021. Ele foi elaborado para combater a variante original do coronavírus e a Ômicron, que é a de maior circulação atualmente. Para receber essa dose, a pessoa precisa ter concluído, pelo menos, o esquema primário da vacinação contra covid-19, composto pelas duas primeiras doses ou pela dose única. Além disso, a última aplicação deve ter sido realizada há, pelo menos, quatro meses.

O público estimado nessa primeira etapa é de 1,2 milhão de pessoas e o atendimento será feito de forma escalonada nos municípios, conforme a disponibilidade de doses. Se forem incluídas as pessoas que ainda não atendem os critérios, dados da Secretaria da Saúde mostram a seguinte distribuição: 1.019.941 pessoas com 70 anos ou mais; 103.559 imunocomprometidos (a partir de 12 anos); 50.801 residentes e trabalhadores de instituições de longa permanência (a partir de 12 anos); e 44.087 integrantes de comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas.

Além dos pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos seis meses e dos indivíduos com neoplasias hematológicas, são consideradas como imunocomprometidas ou em condição de imunossupressão as pessoas que:

Possuem o vírus da imundeficiência adquirida (HIV);
Com doenças inflamatórias imunomediadas em atividade e com uso de corticoides em doses maiores ou iguais a 20 mg/dia de prednisona, ou equivalente, por 14 dias ou mais;
Utilizam imunossupressores ou imunobiológicos que levam à imunossupressão;
Com problemas inatos de imunidade, ou seja, com imunodeficiências primárias;
Com doença renal crônica em hemodiálise.

Foto: Itamar Aguiar/Ascom SES

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