O governador Eduardo Leite e a secretária da Saúde, Arita Bergmann, lançaram nesta quinta-feira (25), no Palácio Piratini, o SUS Gaúcho, programa estratégico que promete transformar a saúde pública do Rio Grande do Sul. O ato contou com a presença de autoridades e dirigentes hospitalares de todo o Estado.
O programa nasce com o objetivo de reduzir em até 70% as filas mais críticas de consultas e cirurgias, reforçar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o transporte de pacientes e fortalecer hospitais municipais e de pequeno porte. O investimento adicional em 2025 será de R$ 267,7 milhões, valor viabilizado após o pagamento de dívidas herdadas de governos anteriores e um acordo com o Ministério Público.
“Estamos dando um passo histórico para a saúde no nosso Estado. O SUS Gaúcho nasce para garantir que os gaúchos e as gaúchas tenham acesso mais rápido e digno ao atendimento que precisam. O objetivo é claro: salvar vidas e oferecer justiça e dignidade ao atendimento público”, destacou Eduardo Leite.
A secretária Arita Bergmann lembrou que o programa é fruto de um processo iniciado com a quitação de dívidas, criação de sistemas de regulação e o Programa Assistir, que reformulou o repasse de incentivos hospitalares. “Agora temos recursos novos para aplicar de forma assertiva e consensual, com prioridade na redução das filas e no fortalecimento das portas de entrada da saúde”, frisou.
Entre as medidas, estão:
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R$ 175 milhões nos próximos três meses para oftalmologia e ortopedia;
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R$ 21,75 milhões para reforço em urgência e emergência ainda em 2025;
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R$ 8,6 milhões para UPAs 24h;
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R$ 12,6 milhões para transporte de pacientes entre municípios;
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Investimentos em saúde mental, reabilitação, atenção domiciliar e hospitais de pequeno porte.
Para 2026, o valor previsto chega a R$ 758 milhões, assegurando a manutenção e ampliação das estratégias, além de incentivo especial à linha materno-infantil.
O vice-governador Gabriel Souza também ressaltou a importância do programa: “O SUS Gaúcho encerra a discussão sobre o cumprimento do mínimo constitucional e inaugura uma nova fase de investimentos, que vai injetar quase R$ 1 bilhão a mais na saúde pública do RS entre este ano e o próximo”.





