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“Vícios” e “Virtudes” na hora das compras – Edição de Dezembro 2017

Na hora de tormarmos uma decisão sobre levar ou não determinada mercadoria para casa, pode ser difícil equilibrar o que se chama “vício” e “virtude” do consumidor.
O primeiro pode trazer satisfação imediata, mas custa mais a longo prazo, enquanto que a segunda parece exigir mais de imediato, embora traga benefícios futuros.
Quando se trata de compras é mais comum as pessoas optarem pelo caminho da satisfação imediata. O nosso risco de ceder é maior se pensarmos na experiência de degustar a barra de chocolate que é vendido perto da caixa registradora.
Há muitas maneiras de se sair melhor em nossas compras. As listas sempre são muito importantes. Anotar sempre o que se precisa antes de sair de casa aumenta as chances de cumprir objetivos no meio de tantas distrações, trazendo a memória o que realmente importa.
Gostamos da diversidade de produtos, mas, na prática, possibilidades demais podem nos deixar confusos e nos levar a decisões equivocadas, inclusive do ponto de vista financeiro. O dilema diante de muitas opções ilustra um dos maiores problemas enfrentado atualmente, excesso de objetos, estímulos e demandas. Sempre teremos que desistir de uma coisa por outra. Descobrir o que é mais importante antecipadamente e considerar apenas as opções essenciais ajuda a não naufragar no mar de ofertas.
Acertamos quando compramos de uma forma mais inteligente, a ansiedade e o desejo de auto compensação podem ser tão prejudiciais a vida financeira quanto às incertezas do mercado.

Fonte: Fragmentos do texto de Sunny Sea Gol


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