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Falando sobre depressão – Edição de Janeiro de 2018

Sabemos que nas próximas décadas a depressão deverá afetar mais pessoas que o câncer ou doenças cardíacas.
Quase metade dos presidentes dos Estados Unidos tinham doença mental e, muitos deles, sofreram de depressão como Abraham Lincoln. Isso não significou que eles não pudessem governar. Tratamentos existem (terapia e medicamento), e as pessoas que os procuram melhoram significativamente.
Identificamos a depressão quando o paciente apresenta dificuldades de concentrar-se no trabalho e nos estudos; costumam isolar-se socialmente; ficam nostálgicos e muitas vezes perdem a capacidade de extrair prazer em atividades que exerciam normalmente; perda ou aumento de apetite e fadiga com perda de energia.
As pessoas deprimidas costumam pensar intensamente em seus problemas, que tomam conta se tornando difícil raciocinar sobre outras coisas.
Sabemos que o custo da felicidade é a complacência, a capacidade de aceitação e a flexibilidade. Indubitavelmente se não tivéssemos nos sentindo tristes quando fracassamos, não atingiríamos nossas metas, não daríamos nem um passo para trás e não mudaríamos nossas estratégias, se nos mantivéssemos entusiasmados provavelmente avançaríamos cegamente.
Deixemos de lado a ideia de sermos felizes o tempo todo. Como Monaliza parece demonstrar, ela é 83% feliz e o restante é uma mistura de emoções negativas, o que parece ser razoável mesmo para a maioria das pessoas. Fonte: Revista Scientific American


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