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Deixar para depois – Edição de Julho de 2017

Todos nós algumas vezes adiamos decisões e tarefas e por muitas vezes também enfrentamos as consequências dessas opções. Ocasionalmente, pensamos que o que estamos fazendo nos trará consequências negativas como adiar de iniciar uma reeducação alimentar, um trabalho que precisa ser feito ou um estudo que está ali à espera para começar. Muitos adiam tudo isso de forma rotineira, atividades que se fossem feitas nos trariam imediatamente seus benefícios, mas há estilos de vida e situações específicas que são mais propensas a esse tipo de comportamento.
É um problema que particularmente acontece muito com estudantes, principalmente com provas, onde deixam de estudar com antecedência e frequentemente as notas baixas são consequências desse hábito. Por isso dizemos que essa atitude “cobra o seu preço”.
Quando deixamos de ir ao médico e de fazer exercícios físicos é quando nos prejudicamos com esse hábito. Procrastinar pode acarretar também perdas financeiras e pôr fim a nossa carreira profissional, assim como minar nosso “bem-estar”.
Ao longo de nossas vidas todos nós aprendemos a adiar atividades, mas alguns traços estruturais de personalidade aumentaram a probabilidade de uma pessoa adquirir o hábito.
Ter aversão a tarefas é um dos principais gatilhos externos de procrastinação. Quem deixa para fazer depois algo que adora. A procrastinação muitas vezes tem a ver com a falta de projetos que realmente respeitam nossas metas.
Ela também se origina na ansiedade, muitas pessoas protelam por medo do fracasso, receio de cometer um erro ou não lidar bem com o sucesso.
Quando uma pessoa espera se sair bem em uma atividade, valoriza essa tarefa e é mais propensa a realiza-lá.
É certo que adiar “tarefas” nem sempre nos ajudam. Definir prazos menores podem nos auxiliar a ser mais “PRÓ-ATIVOS”.

Fonte: Fragmentos do texto de Trisha Gura.


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