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Deixar para amanhã – Edição de Fevereiro de 2014

Você faz o que tem para fazer ou deixa sempre para depois?

Quase todos ocasionalmente adiamos decisões e tarefas, o que chamamos de “procrastinar”. Adiamos atividades muitas vezes que seria melhor serem realizadas imediatamente. O termo “procrastinar” é adequado quando adiamos as tarefas de maior urgência. Muitas vezes isso acarreta perdas financeiras, coloca em risco a saúde, prejudica relacionamentos e põe fim a carreiras.

Ao longo da vida aprendemos a adiar atividades. No Brasil a prática de deixar para a “última hora” é cada vez mais comum. Pesquisas revelam que as pessoas que “deixam para depois” sofrem de maior stress em comparação com as pessoas que concluem tarefas em tempo adequado.

A aversão a tarefa é um dos principais fatores. Quem iria deixar para depois algo que a adora? Também, somos mais propensos a deixar para depois quando o prazo está mais distante.

Uma pessoa altamente conscienciosa é zelosa, organizada e diligente. Portanto, alguém que não apresenta este traço tem alta probabilidade de deixar decisões e tarefas para depois.

Muitas vezes adiamos por medo de fracasso, receio de cometer um erro ou de não lidar bem com o sucesso.

Quando uma pessoa espera se sair bem em uma atividade que valoriza essa tarefa, é mais propensa a fazê-la.

Um estudo e pesquisa sobre o hábito de adiar concluiu que quem faz isso gostaria muito de mudar, mas não consegue. “Hábitos são processos cerebrais não conscientes”. Quando adiar tornar-se crônico nas pessoas elas andam em piloto automático.

É bom saber que a expectativa de realizar a tarefa se revela muito pior do que a realização em si. Quando fazemos a tarefa que estamos evitando as percepções que tem esta atividade mudam significativamente e muitas pessoas gostam realmente de fazê-las. Vale aquele antigo pensamento… Não deixar para fazer amanhã o que se pode fazer hoje.

Fonte: Revista American Scientific

helenapimentel


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